Em “ano perdido” CASANPREV mantém resultados estáveis

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Imagem Freepick

Desde o início o ano de 2020 tem sido de instabilidade no mercado financeiro. Já em fevereiro as primeiras notícias da pandemia de coronavírus causaram enorme estrago nas bolsas de valores. No Brasil em vários dias de fevereiro e março foi acionado o circuit break, o dispositivo que paralisa a movimentação da Bolsa de Valores quando seu índice ultrapassa 10% negativo. Houve dias com várias paralisações, tal o caos nas finanças internacionais e internas. O panorama crítico se prolongou até março, e nos meses seguintes amenizou, mas com oscilações permanentes.

Neste contexto manter os investimentos da Fundação em bom desempenho é um desafio constante que vai sendo implementado dia a dia, conseguindo manter a CASANPREV saudável e com resultados acima da média para a situação (veja gráfico ao lado). Os impactos de fevereiro e março ainda são sentidos no acumulado do ano, mas performam positivamente.

No primeiro trimestre do ano a Bovespa, Bolsa de Valores do Brasil, acumulou terríveis 39,96% negativos.No mesmo período a CASANPREV acumulou apenas 6,09 negativos. O impacto negativo do período, do qual ninguém escapou no mundo, ainda não foi totalmente superado na CASANPREV: o resultado acumulado do ano soma 1% negativo, mas a recuperação já começou.

A estratégia de investimentos é traçada para proteger o patrimônio, de forma que pode-se afirmar que não há risco de perda de patrimônio uma vez que se fechou junho com 59,9% dos investimentos em renda fixa. Outros 5,6% está destinado a empréstimos a Participantes (que também tem baixíssimo risco). Tudo indica que se obtenha remuneração dos investimentos ligeiramente acima da  inflação, o que garante que não haja perda monetária.

Meta

Como entidade previdenciária o principal parâmetro para avaliar a rentabilidade é a meta atuarial, que é a rentabilidade necessária para que o patrimônio evolua na mesma proporção dos compromissos futuros (pagamento de benefícios a longo prazo). A meta é composta por uma taxa de juros (4,86% a.a) somada à variação do INPC. Em 2020 ( até jun/2020 – 1º semestre) a meta acumulada é de 3,42% e, como já se disse, o acumulado do período é menos 1%.

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