Campanha de vacinação contra Influenza é antecipada em Santa Catarina

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A campanha de vacinação contra a Influenza A (H1N1) começa no dia 25 de abril, em todo o Estado, de acordo com a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive). Serão 1,7 milhão de doses da vacina disponíveis nos postos de saúde em todos os municípios catarinenses, de acordo com o Informe Técnico da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza 2016. No dia 30 de abril acontece o dia “D” de mobilização nacional para intensificação da vacinação para todos os grupos. A ação se mantém até o dia 20 de maio.
As vacinas estarão disponíveis nas unidades de saúde com sala de vacinação. “Geralmente são Postos de Saúde encontrados nos bairros, dependendo da cidade”, explicou a gerente de imunização da Dive, Vanessa Vieira da Silva.
Vanessa destaca a importância em levar documentos para o posto de saúde a exemplo de caderneta de vacinação e identidade. “No caso de pessoas como comorbidade, precisa levar também um documento que comprove o tipo de sua doença, o que pode ser uma declaração médica ou um receituário de uso de medicação específica. Para o trabalhador de saúde o documento necessário é a caderneta profissional”.

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Nesta campanha, além de indivíduos com 60 anos ou mais de idade, serão vacinadas as crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos de idade (quatro anos, 11 meses e 29 dias), as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto), os trabalhadores de saúde, os povos indígenas, os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais e os funcionários do sistema prisional.
Em entrevista, a gerente de imunização esclarece algumas dúvidas:
1 – A pessoa fica imunizada na hora ou leva algum tempo?
A vacina leva de 15 a 20 dias para ajudar o organismo a desenvolver a imunidade. Só depois desse prazo que a pessoa ficará protegida.
2 – Qual a diferença entre as gripes A e B?
A influenza B é a mais comum, a exemplo daquela gripe que temos no dia a dia. Já a Influenza A pode ocorrer por dois subtipos H1N1 e H3N2. Os dois tem um potencial de desenvolver complicações muito maiores que a Influenza B.
3 – Como sabemos se a pessoa está com o vírus?
É difícil identificar a diferença na sintomatologia, pois são muito parecidas. A H1N1 não é como uma gripe que se trata em casa e se aparecer os primeiros sintomas como dor de garganta com tosse, coriza, febre e dor no corpo, a pessoa deve procurar uma unidade de saúde.
4 – Qual o tratamento mais adequado?
A pessoa que apresenta os sintomas precisa procurar uma unidade de saúde. O médico vai avaliar a necessidade de iniciar o tratamento com o tamiflu (um antiviral). Usando esse medicamento nas primeiras 48 horas após o sintoma pode evitar complicações.
5 – Como a pessoa deve fazer para se prevenir?
São duas medidas bem básicas: lavar as mãos várias vezes ao dia e a etiqueta da tosse que é usar um lenço para cobrir a boca ou usar o antebraço no momento do espirro ou tosse.
Assessoria de Imprensa da Secretaria de Saúde

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